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RFID para o varejo

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RFID para varejo / Kyubi System

Visibilidade de estoque no nível da unidade, do centro de distribuição ao ponto de venda

O RFID responde a três perguntas que o código de barras não consegue responder em escala: qual estoque existe, onde está e quando se movimentou pela última vez. Cada item leva uma etiqueta RFID UHF passiva com um identificador único, de modo que o estoque é lido em massa, sem linha de visada e sem manusear os produtos um a um.

01 / A tecnologia

O que é RFID no varejo e como funciona?

RFID no varejo é o uso da identificação por radiofrequência para dar a cada produto uma identidade legível por máquina, de modo que o estoque seja contado e localizado automaticamente em vez de escaneado manualmente.

A tecnologia usada no varejo é o RFID UHF passivo, também conhecido como RAIN RFID. Segue a interface aérea EPC Global Class 1 Gen2, normalizada pela ISO/IEC como 18000-63 e anteriormente designada 18000-6C. A atribuição de frequências é regional: de 865 a 868 MHz na Europa conforme a regulamentação ETSI, e de 902 a 928 MHz nos Estados Unidos conforme a regulamentação FCC. Outros países aplicam suas próprias atribuições, algo relevante para qualquer varejista que precise que uma mesma especificação de etiqueta e leitor funcione em vários mercados.

A etiqueta não tem bateria. Ela obtém energia do sinal de rádio do leitor e devolve seu identificador único, e por isso os itens podem ser lidos através da embalagem em vez de serem apresentados um a um diante de um leitor.

As quatro camadas / selecione uma

A camada de middleware é onde se concentra a maior parte da distância entre um piloto e uma implantação operacional. Sem ela, o RFID produz leituras em vez de estoque.

02 / Operação

Onde o RFID muda a operação diária do varejo

A maior parte dos problemas de estoque no varejo tem a mesma causa de fundo: o registro de estoque diz uma coisa e a loja diz outra. Um código de barras confirma apenas o que alguém decidiu escanear, unidade por unidade e com linha de visada. O RFID elimina essa dependência, e as consequências operacionais decorrem daí.

CONTAGEM CÍCLICAContar durante o horário comercial

Contar com um leitor de mão pode ser feito durante o horário comercial, em vez de depois do fechamento, e repetido com frequência suficiente para que o registro de estoque se mantenha próximo da realidade em vez de desviar entre dois inventários anuais.

RECEBIMENTO DE MERCADORIADivergências detectadas na doca

As caixas podem ser verificadas na doca por meio de um pórtico ou de um túnel, de modo que uma divergência em relação ao aviso de embarque apareça na chegada, quando ainda é possível reclamar a entrega, em vez de surgir mais tarde durante uma contagem.

DISPONIBILIDADEEstoque no prédio, não na loja

Quando o sistema sabe que um item existe no estoque mas não chegou à área de vendas, ele pode gerar uma tarefa de reposição. O estoque que está no prédio mas não diante do cliente não pode ser vendido, e também não aparece como ruptura no sistema.

OMNICANALEstoque de loja em que o site pode confiar

Clique e retire e o envio a partir da loja dependem de o canal online poder confiar no estoque da loja. A exatidão no nível da unidade é a condição prévia para expor o estoque da loja no site sem gerar cancelamentos.

DEVOLUÇÕESQual unidade voltou

Um identificador único por unidade permite confirmar qual item específico voltou, quando foi vendido e em que condições.

PREVENÇÃO DE PERDASPerdas delimitadas por área e por horário

Comparar o que saiu da área de vendas com o que foi vendido no caixa delimita onde e quando as perdas ocorrem, por área, por produto e por faixa de horário, e é isso que as torna tratáveis.

O ganho não é apenas cometer menos erros. É que as decisões de reposição, alocação e remarcação deixam de ser tomadas contra um registro de estoque em que ninguém confia totalmente.

03 / Categorias

O RFID por categoria de varejo

A mecânica do RFID é a mesma em todo o varejo. O que muda conforme a categoria é a especificação da etiqueta, o ambiente de leitura e o problema operacional que o varejista quer resolver.

INLAY EM ETIQUETA / TÊXTIL Etiqueta de composição com um inlay RFID sobre tecido

RFID para moda e têxtil

A moda é onde o RFID de varejo acumula mais experiência, e as razões são estruturais. O número de SKUs se multiplica ao combinar tamanho e cor, as coleções giram rápido e, em uma área de vendas movimentada, uma única peça fora do lugar é praticamente invisível.

A etiquetagem normalmente é feita na origem, na etiqueta de preço ou na de composição, de modo que os itens chegam já codificados e não se acrescenta trabalho na loja. O argumento comercial costuma chegar à disponibilidade de tamanhos: uma loja pode ter a quantidade total correta de um modelo e ainda assim perder vendas porque os tamanhos centrais não estão na área de vendas.

Conheça o RFID para moda e têxtil
INLAY ON-METAL / REFLETIVO Joias finas, um ambiente de leitura metálico

RFID para joias e acessórios

As joias impõem dois condicionantes que mudam a especificação do hardware. O valor unitário é alto o suficiente para exigir controle peça por peça em vez de por modelo, e os produtos são metálicos, o que dessintoniza um inlay padrão e reduz a distância de leitura.

A resposta é uma etiqueta especificada para itens pequenos e refletivos, construída de forma que a superfície metálica faça parte da estrutura da antena em vez de trabalhar contra ela. O desempenho varia conforme o tamanho da peça, a liga e a forma de armazenamento, por isso a seleção da etiqueta deve ser testada nos produtos reais antes de qualquer implantação.

Conheça o RFID para joias e acessórios
LEITURA NA CAIXA / SEM LINHA DE VISADA Etiqueta RFID no interior de um sapato

RFID para calçados

O calçado tem um problema de matriz de tamanhos mais do que de volume. Um único modelo ocupa uma longa lista de SKUs quando se contam tamanhos e larguras, a maior parte do estoque está encaixotada no depósito, e o par que o cliente pede ou é encontrado rápido ou a venda se perde.

O papelão não bloqueia os sinais UHF, por isso o estoque encaixotado pode ser lido sem abrir as caixas. Aplicado no nível da caixa e no nível da unidade, o RFID também permite verificar a separação de pedidos, de modo que uma divergência entre o pedido e o par separado é detectada antes de o pedido sair.

Conheça o RFID para calçados
UNIDADE SERIALIZADA / EPC Chip RFID sobre uma placa de circuito impresso

RFID para eletrônicos de consumo

Os eletrônicos de consumo combinam valores unitários altos com produtos serializados, o que muda o que se pede ao RFID. A prioridade normalmente é o controle unitário e o acompanhamento de movimentações, mais do que a velocidade bruta de contagem.

A física é menos tolerante do que em produto têxtil. As carcaças metálicas refletem o sinal, as baterias e as embalagens densas o absorvem, e os acessórios pequenos deixam pouco espaço para um inlay. Onde esse trabalho é feito, o RFID permite o controle de séries e lotes e um registro de qual unidade específica foi vendida.

Conheça o RFID para eletrônicos de consumo

04 / Implantação

O que envolve uma implantação de RFID no varejo

As questões a seguir determinam o custo, o prazo e a aderência operacional de um programa de RFID. Todas elas são mais baratas de resolver antes de pedir o hardware do que depois.

A Kyubi System trabalha essas questões junto com os varejistas como parte de sua atividade de consultoria e implantação de RFID, que abrange a seleção de hardware e os testes em produto, o site survey, a configuração do middleware e a conexão com os sistemas de gestão existentes.

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Onde a etiquetagem acontece

A etiquetagem na origem, no fornecedor ou no fabricante, costuma ser o caminho de menor custo por item, porque a etiqueta é aplicada durante a produção em vez de ser manuseada de novo adiante, mas exige coordenação com os fornecedores e um padrão de codificação acordado.

Qual etiqueta para qual produto

A escolha da etiqueta responde ao material e à forma do item, não a uma referência de catálogo. Metal, líquidos, embalagens densas e produtos muito pequenos exigem inlays específicos, testados nos produtos reais em sua embalagem real.

Como é o ambiente da loja

As zonas de leitura, o mobiliário metálico, as lojas vizinhas e o layout físico afetam a posição das antenas e os ajustes de potência. Um site survey é o que transforma essas variáveis em especificação em vez de surpresa durante a implantação.

Como os dados chegam aos sistemas existentes

O ponto de integração com o ERP, o WMS ou o PDV define o que o projeto pode entregar operacionalmente, e é a parte do trabalho com mais dependências fora do próprio sistema de RFID.

Como a equipe vai usar

Uma rotina de contagem que as equipes de loja consigam concluir no tempo que realmente têm vale mais do que um sistema tecnicamente superior que ninguém executa.

05 / Perguntas

RFID para varejo: perguntas frequentes

O que é RFID no varejo?

RFID no varejo é o uso de etiquetas de radiofrequência para identificar os produtos de forma individual e automática. Cada item leva uma etiqueta com um número único que um leitor captura sem linha de visada, de modo que o estoque é lido em massa em vez de escaneado unidade por unidade.

Em que o RFID se diferencia de um código de barras?

Um código de barras identifica um tipo de produto e precisa estar visível para o leitor, um por vez. Uma etiqueta RFID identifica a unidade específica, é lida por rádio e não por luz, e pode ser capturada através da embalagem e em massa. Os códigos de barras continuam mais baratos por unidade. O que o RFID muda é o esforço manual por trás da contagem e a taxa de erro que o acompanha.

Qual é a diferença entre RFID UHF e RAIN RFID?

Descrevem a mesma tecnologia. RAIN RFID é o nome setorial do RFID UHF passivo construído sobre a interface aérea EPC Global Class 1 Gen2, normalizada pela ISO/IEC como 18000-63. O varejo usa essa faixa porque fornece a distância de leitura e o comportamento de leitura em massa de que a aplicação precisa.

De que equipamento precisa um sistema de RFID para varejo?

Etiquetas ou inlays nos produtos, leitores e antenas adequados a cada ponto de leitura, middleware para converter as leituras em eventos de estoque, e uma conexão com o sistema que mantém o registro de estoque. Na loja isso normalmente significa leitores de mão para a contagem cíclica, além de leitores fixos ou pórticos onde a movimentação precise ser detectada automaticamente.

É possível conectar o RFID aos nossos sistemas de gestão atuais?

Sim, e a conexão normalmente é feita pelo middleware, não diretamente pelo leitor. O middleware AIM! da Kyubi System gerencia leitores compatíveis com LLRP, aplica regras de filtragem, opera em modo online e offline com armazenamento local persistente e oferece integração direta com sistemas ERP e MIS.

O RFID funciona em produtos metálicos e líquidos?

Sim, com a etiqueta correta. O metal reflete os sinais de rádio e os líquidos os absorvem, por isso ambos exigem inlays projetados para essas condições, como as etiquetas on-metal para joias, ferramentas e eletrônicos. O desempenho de leitura depende do produto, da embalagem e da forma de armazenamento, por isso a seleção da etiqueta deve ser validada no produto real antes de comprometer uma implantação.

O RFID pode ser usado também como antifurto, além de para estoque?

A mesma etiqueta UHF pode levar o identificador de estoque e servir para a detecção na saída, o que evita aplicar duas etiquetas diferentes ao mesmo item. A detecção depende da largura da saída, da configuração de leitor e antenas e da orientação da etiqueta ao passar, e o sistema precisa confrontar cada leitura com os dados de venda para separar um item comprado de um não pago. Se pode substituir uma instalação EAS existente se avalia loja por loja, não como regra geral.

Quanto tempo dura uma implantação de RFID?

Depende do número de unidades, de a etiquetagem ser feita na origem e da complexidade da integração com os sistemas. A sequência habitual é validar o desempenho da etiqueta, os pontos de leitura e o fluxo de dados em uma única loja ou centro de distribuição antes de comprometer uma implantação mais ampla.

Quais categorias de varejo se beneficiam mais do RFID?

As categorias com alto número de SKUs, matrizes de tamanho ou variante, giro rápido ou valores unitários altos. A moda e os calçados estiveram entre os primeiros adotantes do varejo pelas primeiras razões; as joias e os eletrônicos de consumo, pelas últimas.

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A seleção da etiqueta, os pontos de leitura e o caminho de integração são decididos sobre produtos reais em sua embalagem real. É aí que começa uma avaliação de RFID.


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